Concurso cultural escolhe mascote para ações ambientais na obra de duplicação da BR-060

Recebi por e-mail.

Concurso escolhe mascote para obra de duplicação da BR – 060

O Consórcio GA-060 formado pelas empresas Hollus Soluções
Sustentáveis, MPB Engenharia e Alta Engenharia, responsável pela
gestão ambiental da obra de duplicação da BR -060, entre Goiânia e
Jataí, lançou um concurso cultural para escolha de um nome de um
mascote que vai fazer parte de todas as ações do Consórcio GA-060 no
trabalho de preservação de mananciais e nascentes, resgate de sementes
e de animais e proteção da fauna silvestre, treinamento e capacitação
de mão-de-obra de operários, capacitação de professores em educação
ambiental, preservação do patrimônio arqueológico, conscientização e
comunicação social.
O concurso cultural “Um nome pra mim” vai envolver estudantes do 2º ao
5º ano do ensino fundamental de escolas municipais das cidades de
Abadia de Goiás, Guapó, Indiara, Acreúna, Santo Antonio da Barra e Rio
Verde. O processo de escolha do nome para o mascote iniciou no último
dia 11/06 e termina no próximo dia 20/06. Cada aluno poderá sugerir um
nome, por meio de uma cédula que será depositada numa urna. Entre os
dias 16/07 e 27/07 uma comissão formada por profissionais do Consórcio
GA-060 fará o julgamento levando em conta critérios como criatividade,
inovação e originalidade. Caso o nome escolhido tenha sido sugerido
por mais de um participante terá direito ao prêmio, uma bicicleta Aro
20, aquele que tiver as melhores notas escolares. O nome do ganhador
será divulgado no site WWW.br060ambiental.com.br.
De acordo com a direção do Consórcio GA-060 a iniciativa de promoção
do concurso é inédita assim como o trabalho de gestão ambiental numa
obra rodoviária realizada em Goiás. Pela primeira vez a Gestão
Ambiental é colocada em prática como forma de evitar que as obras da
rodovia causem danos ao meio ambiente, orientando as construtoras e os
trabalhadores além de detectar eventuais problemas ambientais, para
resolver ou mitigar o impacto porventura provocado. Os serviços da
Gestão Ambiental são executados observando as diretrizes estabelecidas
na política ambiental institucional em suas esferas federal, estadual
e municipal.

Assessoria de Imprensa do Consórcio GA-060
Mais Informações
Wladisleny Duarte – 62.3097.8842/9661.2828
Almir Costa – Assessor de Imprensa – 62.9241.3952

Fotos: Hollus Soluções Sustentáveis

 

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Construções que ameaçam a segurança dos pedestres

Recebi esse e-mail do Márcio Manoel Ferreira.

    Até quando teremos desrespeito explícito se impunidade? Até quando
pessoas serão feridas por imprudência, negligência, irresponsabilidade
e certeza de impunidade, todos falam e louvam o avanço das construções
civis em Goiânia, mais se esquecem de dizer a que custo isso ocorre,
não a custo financeiro, mais ao custo de riscos em quem passa pelos
locais de construção de prédios futurista, caros e acessível a uma
camada singular de brasileiros, as telas de proteção não são tão caras
se comparadas a valores de apartamentos que passam de cr$ 900.000
reais, esse é o preço de uma vida, o brasileiro tem mente curta, todos
já se esquceram da senhora que foi atingida por fragmentos de
construção e ficou vários dias na UTI de um hospital, felizmente não
morreu, quantos mais terão que ficar com sequelas talvez até
irreversíveis, em nome do enriquecimento de um pequeno grupo de
empresários que por serem ricos e poderosos se sentem acima do bem e
do mau, inatingíveis por leis e regras? Ocupando calçadas com
materiais de construção, fazendo buracos enormes par jogar lixos e
entulhos, isso é certo? Será que o poder público é cego ou faz vistas
grossas por motivos que desconfiamos mais não podemos falar por falta
de provas? Vai aqui algumas dicas de segurança:
A carpintaria deve ter piso resistente, nivelado e antiderrapante, com
cobertura capaz de proteger os trabalhadores contra quedas de
materiais e intempéries.
A dobragem e o corte de vergalhões de aço em obra devem ser feitos
sobre bancadas ou plataformas apropriadas e estáveis, apoiadas sobre
superfícies resistentes, niveladas e não escorregadias, afastadas da
área de circulação de trabalhadores.
As armações de pilares, vigas e outras estruturas verticais devem ser
apoiadas e escoradas para evitar tombamento e desmoronamento.
Durante a descarga de vergalhões de aço, a área deve ser isolada.
Durante as operações de protensão de cabos de aço, é proibida a
permanência de trabalhadores atrás dos macacos ou sobre estes, ou
outros dispositivos de protensão, devendo a área ser isolada e
sinalizada.
No local onde se executa a concretagem, somente deve permanecer a
equipe indispensável para a execução dessa tarefa.
As caçambas transportadoras de concreto devem ter dispositivos de
segurança que impeçam o seu descarregamento acidental.
Os vãos de acesso às caixas dos elevadores devem ter fechamento
provisório de, no mínimo, 1,20 m de altura, constituído de material
resistente e seguramente fixado à estrutura, até a colocação
definitiva das portas.
É obrigatória, na periferia da edificação, a instalação de proteção
contra queda de trabalhadores e projeção de materiais a partir do
início dos serviços necessários à concretagem da primeira laje.
Em todo perímetro da construção de edifícios com mais de quatro
pavimentos ou altura equivalente, é obrigatória a instalação de uma
plataforma principal de proteção na altura da primeira laje que
esteja, no mínimo, um pé-direito acima do nível do terreno.
Acima e a partir da plataforma principal de proteção devem ser
instaladas, também, plataformas secundárias de proteção, em balanço,
de três em três lajes.
O perímetro da construção de edifícios deve ser fechado com tela a
partir da plataforma principal de proteção. A tela deve constituir-se
de uma barreira protetora contra projeção de materiais e ferramentas.
Os andaimes devem ser dimensionados e construídos de modo a suportar,
com segurança, as cargas de trabalho a que estarão sujeitos.
O piso de trabalho dos andaimes deve ter forração completa,
antiderrapante, ser nivelado e fixado de modo seguro e resistente.
Devem ser tomadas precauções especiais, quando da montagem,
desmontagem e movimentação de andaimes próximos às redes elétricas.
A madeira para confecção de andaimes deve ser de boa qualidade, seca,
sem apresentar nós e rachaduras que comprometam a sua resistência,
sendo proibido o uso de pintura que encubra imperfeições.
A sinalização de segurança em vias públicas deve ser dirigida para
alertar os motoristas, pedestres e em conformidade com as
determinações do órgão competente.

 Márcio Ferreira – Goiânia – Goiás.

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Viaduto da BR-153, perto da Agetop, em péssimo estado [fotos]

Recebi esse e-mail do Márcio Manoel Ferreira.

        Eu não sou engenheiro, entretanto, como cidadão que pago todos
os meus impostos, me vejo no direito de questionar a atual situação do
viaduto próximo a AGETOP, que em  4 de julho, às 8h30 horas, teve sua
inauguração, no Km 492,7 da BR-153 em Goiânia, mais conhecido como
Viaduto do Caiçara, tem rachaduras em suas estruturas, mesmo que em
pontos de pequena exigência de peso, o mato começa a crescer entre as
guias de proteção, a sinalização para pedestres é confusa, os
ciclistas não tem espaço reservado, e o mau cheiro de urina e fezes é
gritante. por outo lado,  o viaduto  traz alívio aos moradores e
trabalhadores dos bairros das imediações, com destaque para o Conjunto
Caiçara e Setor Jaó,  a maior importância da obra está no fator
segurança. pois sofremos muito e por muitos anos com acidentes,
atropelamentos e o medo de atravessar a rodovia, a obra é fundamental
para essa segurança e traz benefícios para moradores não só do
conjunto Caiçara, mas para todos os bairros da região Leste.  Alguns
imprevistos, retardaram a obra, entre esses imprevistos constam a
demora na liberação do espaço físico por parte da Infraero, a
existência de um lençol d´água mais superficial do que o previsto, que
teve de ser drenado e, por último, o período chuvoso que foi mais
extenso do que o esperado, o que reduziu o ritmo das obras. A obra
custou R$ 10 milhões e 800 mil e foi executada com recursos do governo
federal.

Márcio Manoel Ferreira – Jardim Novo Mundo

 

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Nota do sindicato sobre Marconi Perillo e Fabiana Pulcineli

Intimidação a jornalistas é atentado às liberdades de expressão e de imprensa

 

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás vem a público alertar a sociedade goiana para uma ameaça real à democracia: a intimidação a jornalistas. O Jornalismo é uma atividade essencial à constituição da cidadania e qualquer tentativa de impedir sua realização fere o direito à informação e o direito à livre manifestação de pensamento, assegurados a todos os cidadãos na Constituição Federal.

A atitude do governador do Estado, excelentíssimo senhor Marconi Perillo, de interpelar judicialmente a jornalista Fabiana Pulcineli, repórter e articulista do jornal O Popular, para que confirme assertivas feitas em dois artigos de opinião – o primeiro intitulado O pior não passou e o segundo intitulado Nós somos teus, publicados respectivamente em 14 e 21 de maio – é um atentado às liberdades de expressão e de imprensa.

O Sindicato dos Jornalistas de Goiás reconhece e defende o direito de todo e qualquer cidadão de recorrer ao Poder Judiciário em busca de justiça e reparação, mas não pode concordar com a intimidação a profissionais do Jornalismo, disfarçadas de ações para a defesa da imagem e da honra. Por isso, o Sindicato se solidariza com a jornalista Fabiana Pulcineli e recorre à sensibilidade do governador para que ele reveja sua atitude.

O Sindicato dos Jornalistas de Goiás ressalta que a verdadeira democracia exige dos agentes políticos a aceitação da crítica e, principalmente, o esclarecimento de fatos que possam comprometer a Administração Pública e os interesses maiores da sociedade. Ressalta também que o Jornalismo é, por essência, uma atividade que busca lançar luz sobre fatos obscuros para que os cidadãos possam exercer plenamente sua cidadania.

Por fim, o Sindicato dos Jornalistas de Goiás reafirma sua convicção de que a liberdade de expressão é um direito do cidadão e não das empresas, que fazem do Jornalismo seu negócio, e nem mesmo dos jornalistas, artífices por excelência dessa atividade. Ao mesmo tempo, exalta a sociedade goiana a ficar vigilante contra qualquer tentativa de tutela que queiram imprimir ao Jornalismo, atividade que é um dos pilares de Estado de direito e da própria democracia.

Diretoria do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de Goiás.

 

Goiânia, 5 de junho de 2012.